maio 21, 2014

Peccatum.


Sinopse: Dentro de um seminário, Huan Zi Tao é obrigado a dividir o quarto com seu mentor. 
Mal conseguia imaginar que se perderia naqueles olhos tão dissimulados quanto sua alma.
Categoria: EXO
Classificação: 18 anos.
Conteúdo: Linguagem Imprópria, Sexo.






Capítulo 1 - Can an angel make dirty things with a god?




— Este será o seu quarto — disse o garoto de olhos azuis e cabelos negros, que tinha um nome bastante complicado de se pronunciar. — Sinta-se a vontade, e lembre-se: sem pornô.
Enquanto Tao piscava, atônito, o menino deu uma piscadela, rindo marotamente virou-se para ir embora. O chinês passou as mãos pelos cabelos louros claríssimos, e ainda rindo da situação, encarou seu novo quarto.
Ergueu uma sobrancelha. Havia prateleiras arrumadas, recheadas de livros e coisas pessoais; uma cômoda, aparentemente lotada, entretanto com uma gaveta aberta e vazia. Também havia o guarda-roupa, igualmente cheio, e com um espaço oco. Resolveu avaliar o banheiro. Como pensou, estava organizado.
Voltou para o centro do quarto — percebendo que o menino havia realmente fechado a porta —, e sua testa permanecia franzida. Aquela única cama de solteiro era intrigante.
E um tanto quanto pequena...
A porta bateu contra a parede, indicando a presença de um homem tão alto quanto o próprio chinês. Ele tinha cabelos louro dourados, e seu semblante era aristrocata. Seus olhos encararam o chinês, e um sorriso surgiu em meio àqueles lábios tão despóticos.
— Huang Zi Tao, certo? — o homem perguntou, a língua chinesa sendo pronunciada de forma gloriosa. Vendo que ele confirmara sua identidade com a cabeça, continuou: — Meu nome é Wu Yi Fan, e eu serei seu mentor.
— Muito prazer.
Zi Tao disse da forma mais doce que conseguiu, estava envergonhado e sentiu-se levemente feminilizado diante daquela figura tão séria.
Wu Yi Fan sorriu, seus sentidos saboreando aquele tom de voz. Dirigiu-se à cômoda e despejou seu terço e a bíblia, logo virou-se para Tao que continuava parado sem saber como agir.
— Arrume suas coisas, Tao. Sinta-se a vontade! Deixei alguns espaços vagos, e se precisar, libero mais. 
Por rabo de olho, Wu Fan pode ver o chinês depositando sua mala sobre a cama, e tirando o conteúdo para enfim organizá-lo. Wu Yi Fan caminhou para dentro do banheiro, e cerca de um minuto depois, saiu sem a batina. Trajava apenas a calça social e uma camiseta branca, sem mangas e de malha fina. 
Tao encarou aquele corpo, e notou uma tatuagem de dragão em um do braços. Passou a língua sobre os lábios, retirando a secura que permanecia ali desde que Wu Fan entrou no quarto.
— Sobre a cama... — Wu Fan falou, quebrando o silêncio e cortando os devaneios de Zi Tao. — Nós vamos dormir juntos.
E assim voltou para dentro do banheiro, ligando o chuveiro, sentindo aquele vapor invadir suas narinas e a de seu novo aluno.
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Huan Zi Tao era agora um seminarista, e ninguém sequer esperava isso dele. Costumava ser um garoto encrenqueiro, porém cheio de determinação em cada uma de suas palavras e de suas ações. Vivia em uma cidade não muito grande, porém era levemente conhecida no município. Seus pais nunca exigiram nada de si, e quando estudava no colégio comum, era sempre o centro das atenções.
Conheceu o sexo, as bebidas, as drogas... Entretanto não se envolveu com as últimas, tinha ao menos um pouco de bom senso. Tudo isso com apenas quinze anos. Tinha dezenove agora, e há um ano e meio resolveu se redimir. Na verdade, foi um puro choque. Seu melhor amigo tinha entrado em coma alcoólico e morrido três dias depois da internação.
Passou um mês dentro do quarto, sem conseguir falar direito, e até mesmo parara de se alimentar. Definhou por trinta dias, sofrendo a perda, sofrendo por si mesmo. Era aquele futuro que ele estava plantando? Não o queria, de forma alguma.
Nunca conheceu o amor. Na verdade, conheceu apenas o fraterno, que sentia por este melhor amigo agora morto. Engoliu as lágrimas ao lembrar-se disso, e continou mexendo na terra fofa e virgem que tinha em suas mãos. Estava no jardim, fora designado a cuidar de oito mudas de plantas, e de uma muda de árvore. Cada seminarista tinha seu próprio espaço naquele jardim. Tivera aulas de Antiguidade clássica, literatura e teologia durante a manhã, e agora estava no seu horário santo.
A noite com seu mentor, Wu Yi Fan havia sido demasiadamente desconfortável. Já havia se atraído por homens antes — mais até do que mulheres, e por Deus, aquilo era um pecado! — e aquele em especial tinha feito seus tésticulos doerem. O modo como aquele corpo grande — tanto quanto o seu, porém mais masculino e robusto — ao seu lado era extremamente tentador. Houvera um momento em que Tao queria se mover, nunca gostou de dormir de barriga para cima, então virou-se para o lado oposto, sentindo o vento do chão subir e bater-lhe contra a face morna. Minutos depois Wu Fan tivera a mesma ideia, e foi então que a sombra do corpo do padre juntou-se ao de Tao, encaixando-se de forma plena e torturante. 
Tao suspirou com a lembrança e deixou a espátula cair ao chão, fazendo um baque surdo por cima da terra fofa. 
— Preste atenção, meu querido.
A voz de Wu Fan estava exatamente no tom certo, sendo pronunciada com um sopro elegante no ouvido direito de Zi Tao, que arrepiou-se inteiro. O tratamento informal o deixava com urticárias. 
— Sim... Me desculpe, padre.
— Céus!, me chame de Wu Fan — sorriu, passando a mão nos cabelos claros.
— Me desculpe, Wu Fan. Vou ser mais cuidadoso. — refez a frase, olhando fixamente para o monte de terra, tentando ignorar o fato de que suas mãos estavam suadas e suas pernas tremiam.
— Você é adorável. — disse, simples e aleatoriamente. — Tao, por que está aqui? — perguntou simplório, as mãos afofando a terra majestosamente.
Zi Tao demorou alguns segundos para pensar em como falar, e após alguns segundos se perdendo naquele maxilar esculpido por anjos, conseguiu explicar:
— Meu melhor amigo morreu.
— E isso fez você querer vira padre? — Wu Fan perguntou e riu, vendo que Tao ficou instantaneamente vermelho. Era sim um padre, mas não perdia uma chance de zombar os furos que seus alunos davam.
— É, é altamente vago minha resposta. Bom, eu e ele bebíamos muito. E ele morreu por isso. Depois de muito tempo de luto, eu percebi que não quero isso para mim, e que eu tinha que fazer algo bom da minha vida, por mim e por ele.
— E por que acha que se formar como padre vai fazer você se redimir com seu passado e com sua perda?
— Acho que por ser algo extramente puro... 
— Não há tanta pureza aqui dentro, meu querido. Assim como não há pureza em você. Não estou te julgando, só acho que dá para ver em seus olhos que essa vida não combina contigo.
Tao ficou alguns segundos digerindo aquilo tudo. Wu Fan estava certo. Tao só estava ali porque achava que podia fugir de tudo e de todos virando padre. Que poderia fugir de seus demônios, que estaria sempre protegido de seus medos e de seus desejos porque estava dentro da igreja. Mas não. Ali mesmo, embaixo de teto santo, estava queimando de desejo.
— Você também não parece combinar com esse tipo de vida — disse, olhando para Wu Fan e ignorando a onda de calor que invadiu suas veias quando ele o encarou de volta. — Eu vi sua tatuagem, reparei no seu cabelo, e bom, estamos no mesmo quarto, vi suas roupas de uso pessoal no armário... Se eu lhe visse fora daqui com certeza não acreditaria que é padre.
— Eu tenho meus motivos...
Wu Fan levantou-se, e com dois gestos, mostrou a Zi Tao o que ele deveria fazer, e sorrindo, deixou o local, indo dar mais uma de suas aulas — era um dos padres mais novos e mais bem queridos daquele local, além de ótimo profissional.
Tao suspirou mais uma vez, focando-se nas plantas, enquanto sua mente trabalhava incessantemente na tentativa falha de impedir-lhe uma ereção.
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Dois dias se passaram e Tao não aguentava mais não dormir direito. Só pregava o olho por duas, no máximo três horas por noite. O calor do corpo de Wu Fan era ridiculamente erótico, e seu pecador interior gritava por clemência, tentando se libertar e desvanecer em cima daquele homem tão instigante. E para piorar, quando conseguia dormir, Zi Tao sonhava que estava em cima dele, envolvendo ele, montando-no como um animal selvagem.
De repente Wu Fan se levantou. Não era nem uma hora da manhã ainda, e ele estava de pé. Foi até o banheiro, e ainda com a porta aberta, retirou a camiseta, mostrando seu corpo esguio, magro e bem formado. Retirou também a calça do pijama, trocando-a por uma social. No instante que Tao conseguiu vê-lo em suas roupas mais íntimas, seu pênis pulsou por dentro das calças, a ereção já tão dolorida e o calor tomado em seu baixo ventre. Wu Fan olhou para ele enquanto colocava a camiseta, e Tao não conseguiu sequer ruborizar, seu sangue obviamente estava ocupado demais em preenchê-lo nas partes baixas.
— Por que não está dormindo, criança? 
Zi Tao sentou-se na cama — tendo certeza de que um monte de cobertor estava sobre sua pélvis tampando-lhe a dureza —, os cabelos bagunçados o deixando altamente atraente. Tao dormira sem blusa naquele dia, apesar de ser errado, e completamente fora das normas do seminário, porém Wu Fan não se importou. Na verdade, Wu Fan o queria exatamente daquele jeito: desnudo aos poucos.
Na verdade mais nua e crua possível, Wu Fan sabia que Zi Tao o desejava. Podia ver nos seus olhos de pecador. O próprio Wu Fan era um pecador. Estava ali dentro por uma promessa. Entretanto toda promessa tem seus furos, e o louro era especialista em usar daquele feitio. Colocou a batina e deixou o quarto.
Tao suspirou alto, e deixou-se afundar na cama. O colchão macio envolvendo sua silhueta e o cheiro de Wu Fan invadindo seus sentidos. Lembrou-se dele de cueca, e um fogo se acendeu em seu interior, borbulhando seu sangue até que uma nova ereção se formou entre suas pernas. Já não aguentava mais isso. Não suportava mais aquele desejo que só fazia sua entranhas ameaçarem explodir.
Levantou-se em um pulo, correu para o banheiro, ligando o chuveiro — água gelada —, e deixou-se envolver por aquele toque gélido, que em sua mente era extremamente próximo aos toques de Wu Fan. A áurea daquele homem era quente, porém sua pele era de fato fria. E só de imaginar aqueles dedos firmes contra seu sexo era torturante. Abriu os olhos e mexeu no termostato, ajeitando-o para aquecer a água. Em poucos minutos água quente começava a jorrar, aquecendo-lhe a epiderme. 
O vapor já tomava o banheiro todo. Zi Tao recostou-se na parede do box, e olhou para seu falo: rígido, as veias saltando, a glande inchada e desejosa. Envolveu-o com as mãos; os gemidos contidos finalmente escapando de seus lábios umedecidos. A água caía sobre seu cabelo, gotejando incessantemente sob seu queixo, molhando sua barriga. As mãos, suadas pelo vapor, massageando seu pênis dolorido. Beliscou de leve a glande, sentindo o prazer agridoce correr entre suas artérias, massageou os testículos e finalmente perdeu-se no vaivém. Devagar, e então rápido. Devagar novamente, e então mais rápido ainda.
Não suportava mais, e clamava por Wu Fan. Uma de suas mãos passou por sua bunda, apertando-a como se fossem as dele, seu dedo correu sobre sua entrada e seu dedo apenas rodeou ali, instigando-o a querer continuar. Enlouquecia aos poucos, imaginando Wu Fan tomando-lhe com a boca, tomando-lhe como um faminto por sexo. Pegando-o como um animal. Enterrando-se em Tao. Pecando.
Estava tão entretido que não ouviu o bater da porta do quarto, indicando que Wu Fan voltara do seu compromisso repentino da madrugada. Estava frio lá fora, e o louro só queria um bom banho e uma ótima noite de sono. E ao entrar no quarto, constou no mesmo instante que Zi Tao não estava na cama. Olhou para o lado do chinês na cama, e viu peças de roupa jogadas ao chão, junto de um vapor saindo da porta recostada do banheiro. Era apenas uma pequena fenda, porém o vapor conseguia escapar, assim como o som de grunhidos. 
Quando Wu Fan captou que aquela voz era realmente a de Zi Tao, sentiu seus demônios mais íntimos e mais fortes socarem sua alma. Tinha um pequeno Incubbus dentro de si e não tinha o menor remorso. Caminhou vagarosamente até a porta do banheiro, e aproximou o ouvido, então ouviu com todas as letras: "Oh, Wu Fan".
No mesmo instante seu pênis cresceu, inchou desesperadamente por dentro das calças, necessitado.
Abriu a porta do banheiro e a cena não poderia ser melhor: Zi Tao escorado na parede, uma mão se segurando na parede, a outra em seu pênis, ordenhando-o com tamanha vontade que no mesmo instante a boca de Wu Fan encheu-se de saliva.
Retirou a camisa e jogou-a no chão. Foi então que Tao viu Wu Fan ali, parado olhando para ele. No mesmo instante largou seu pênis, e abriu a boca para falar algo, entretanto nada saía. Wu Fan sorriu torto, antes de ordenar:
— Continue. — reparou então como Tao não fazia nada ainda, completamente assustado e envergonhado, e assim repetiu, a voz mais firme que antes: — Vamos Tao, continue se tocando.
Zi Tao engoliu a vergonha no instante em que reparou na ereção bem marcada nas calças de Wu Fan. Naquele instante, levou suas mãos à seu pênis novamente, e envolveu-o, massageando, e mordendo os lábios, gemendo baixinho, enquanto olhava nos olhos do padre.
Wu Fan desafivelou o cinto, e deixou o pano escorregar por suas pernas e cair ao chão. O baque do cinto foi o suficiente para Tao sentir-se perto do clímax. Wu Fan abaixou a cueca e revelou seu sexo ardente e inchado. Tocou-o com a ponta dos dedos, e enfim fechou um das mãos ao redor dele, subindo e descendo vagarosamente enquanto olhava Zi Tao.
— Wu Fan... — chamou Tao, a voz rouca e baixa. — Você vai me foder? Porque eu preciso que faça isso.
O louro grunhiu, caminhando com fúria até o box, pegando Zi Tao pelos cabelos, virando-o contra o box, e apertando seu corpo contra o dele, podendo ouvi-lo gemer. Sua ereção se esfregava contra as nádegas de Tao e aquilo era simplesmente maravilhoso. O chinês estava prolongando seu prazer, e sabia que quando o tivesse em si, nada mais poderia impedi-lo de gozar como precisava. 
Wu Fan afastou-se, passando as mãos por toda a extensão do corpo do chinês, enquanto lhe beijava a orelha, mordendo, sugando o lóbulo, alternando com chupões naquele pescoço esbranquiçado. Suas mãos encontraram as nádegas molhadas pela água, e enquanto mordia o ombro de Tao, desferiu um tapa forte, cujo barulho ricocheteou contra as paredes, fazendo seu pênis inchar mais ainda.
Outro tapa. Zi Tao gemeu, pedindo mais, e então Wu Fan lhe deu. Uma série de vários tapas. A bunda ficando vermelha e dolorida, o pênis pulsando, o cheiro de sexo invadindo o banheiro... Tao pediu por mais novamente. Implorou.
Mas antes: virou-se, e antes que Wu Fan pudesse ao menos perguntar-se o que estaria para acontecer, viu Zi Tao ajoelhado, segurando seu pênis e a língua quente tocando sua glande, levemente, como um virgem. Entretanto ambos sabiam que isso não era nem próximo da verdade. Em um piscar de olhos, Tao engoliu aquele pênis, sugando-o avidamente, colocando-o cada vez mais próximo da garganta. Engasgado com as sensações entorpecentes, Wu Fan não suportou nem cinco minutos daquele prazer oral.
Em um surto de falta de contenção, Wu Fan puxou o chinês pelos cabelos, fazendo-o ficar em pé novamente, empurrou-o contra a parede, e então puxou um pouco da cintura de Zi Tao, e com as mãos abriu as nádegas dele, permitindo-se ver sua entrada. Cuspiu nos dedos, umedecendo-os devidamente, e enterrou dois deles naquele local tão quente e apertado. Tao gritou o nome do padre, socando a parede, e empinando-se mais ainda. Wu Fan rodou os dedos, fazendo movimentos de vaivém, até que introduziu o terceiro, pouco querendo saber se doía ou não. Ele sabia do prazer que causava em Tao.
Quando considerou a preparação boa o suficiente, lambeu os dedos, e passou-os no próprio pênis, e então respirou fundo, o encostando na entrada de Zi Tao, rompendo a barreira que ali existia, e permitiu-se em uma só estocada, ir fundo dentro do chinês. Os gemidos de prazer se misturaram, e sem conseguir se conter, Wu Fan começou a foder Zi Tao do jeito que ele queria: como um assassino.
Ia tão rápido que Tao pensou que desmaiaria. O sangue borbulhando nos lugares certos. O orgasmo chegando tão rápido quanto a morte. 
Em menos de quinze minutos, Zi Tao estava gritando o nome de Wu Fan, seu gozo sendo expelido contra a parede e escorrendo por conta da água que caía incessantemente. Apertou tanto o pênis de Wu Fan que ele não se conteve, e permitiu-se gozar também. Seu jato preenchendo o interior de Zi Tao, aquecendo-o como um beijo apaixonado.
Wu Fan respirou fundo, e quando se retirou, Zi Tao estremeceu e resmungou. Gostava demais da sensação daquele homem dentro de seu corpo, o que era perigoso. Wu Fan o virou, e ele ficou no mesmo instante rubro. O olhar de Wu Fan era intenso, e sem o menor dos pudores. Seus olhos eram dissimulados, assim como o próprio padre.
O louro então beijou o chinês com um ardor inesperado. O mais novo arfou dentro da boca do padre, que acariciou seus cabelos, e levantou-o pela bunda. Zi Tao envolveu-o com as pernas, e Wu Fan caminhou para o quarto, colocando o chinês na cama. Deitou em cima dele, sem jogar seu corpo todo, e beijou-o novamente. Era de uma forma tão carinhosa que o coração de Tao mal podia suportar.
— Eu disse que não havia pureza aqui dentro... — comentou Wu Fan, sorrindo e beijando-lhe o pescoço, alternando com mordidas nada carinhosas.
Zi Tao sorriu, e rodopiou o corpo contra o de Wu Fan, sentando sobre sua pélvis. Beijou-o com fúria, sentindo-o endurecer abaixo de si mais uma vez.
Então Wu Fan puxou seus cabelos sem a menor piedade, iniciando uma nova trilha de beijos, indicando que aquela noite estava muito longe de terminar.


Postado por Scarlett Lefévre às 12:05

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